So I can breathe...
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
...way to be free
So I can breathe...
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
bateu maior saudade!
e de tudo que ela escrevia
e tudo que fazia com meu dia,
curava azia
e minha amiga se dizia
quando na verdade ia ser iaiá
e tudo de novo mudá,
maneira de escrevê e entoná,
e tudo que ela quer dizer ou falá
é que tem tanto amor pra dá
e ninguém pra recebê!
ganhei do Chaes =)
domingo, 5 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
pela janela
- Pois é, eu mesmo só vim com essa blusa.
- Ninguém trouxe blusa hoje pensando que ia tá calor.
- Se bem, que talvez não esteja frio... só o dia fechado sabe?
- Acho que não, vi um monte de gente andando encolhida...
- É mesmo? Olha lá, tem muita gente com blusa de manga curta.
- Eu vejo, foram pegas de surpresa, não esperavam frio.
- Mas olha, e aquela que está com a blusa na mão? Se tivesse frio, poria a blusa, não acha?
- Calorenta! Não é possível que não sinta frio. Veja o vento...
- Você encherga a temperatura daí?
- Não...
- Bom, eu tenho que ir ao banco antes que acabe minha hora de almoço. Tchau.
- Tchau.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Palavras de Gentileza

nós que passamos apressados
pelas ruas da cidade
merecemos ler as letras
e as palavras de gentileza

.
Rua Ministro Godoy com Avenida Sumaré
.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Primaveríssima
nessa sua primavera,
floresça apenas.
Alegre-se, apenas por prazer.
Só para encher de cores,
suas flores.
ganhei da Dani Flor =)
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Para eternizar
- Oi?
(...ainda assim, eu amo!)
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
no período composto: Alternância
Mas é que eu não sei mesmo.
Por isso procurei em tantos!
E não encontrei...
Não que eu esteja com preguiça de procurar.
Mas é que eu não sei mesmo.
Por onde procurar!
Então, não encontrei...
É algo como um turbilhão.
Imagino que um tsunami seja assim.
Assim também é mahat yoga pranayama de cima da montanha.
É TPM e endorfina.
Nenhum dos dois.
Não que eu esteja com segredos.
Mas é que eu não sei mesmo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
gira sol
por entre os sapatos,
vitrines,
antigos.
ouviu o coração,
afinou o seu.
viveu o que antecede,
e o que cede
na sede... até um sussurro:
- eu quero ficar com você!
ali...
por entre os sapatos,
vitrines,
antigos.
sol,
um girassol...
da cor do seu cabelo.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Dia de Domingo
Naquela época,
a música do Los,
o lugar um casarão,
o sentimento de euforia.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Toda manhã ela faz tudo sempre igual,
Os olhos ainda estrábicos, pega a toalha no quintal.
Liga o chuveiro enquanto tira o pijama, desliga quando decide a roupa.
Espera que a combinação mental se ajuste bem, até com clima e corpo do dia.
Quando acontece: esquenta o pão, quando não: come frio.
Seca a franja, corretivo na cara, perfume no corpo e por último...
... o sapato toc toc - 'El Matador', que já não mata mais.
Bota o óculos, mesmo sem sol, enquanto fecha a porta (não tranca com a chave, pois os outros logo sairão).
Confere: celular, bilhete único, cartão da empresa.
- Tudo aqui?
- Tudo aqui!
Guarda a caixinha do óculos, pega o mp3, a chave do portão (esse tranca com a chave, pois dá pra rua), liga o mp3, abre o portão, fecha o portão, olha pra rua e...
- Bom dia, dia!
domingo, 8 de agosto de 2010
e me enforcando num abraço,
- Quanto você gosta de mim?
- Gosto até onde o mundo acaba!
(Amo Mais Que Pudim De Leite!)
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Travessia
terça-feira, 3 de agosto de 2010
- Acredito em Anjo!
Soube que anda triste
Que sente falta de alguém
Que não quer amar ninguém.
Por isso estou aqui
Vim cuidar de você
Te proteger, te fazer sorrir
Te entender, te ouvir
E quando estiver cansada
Cantar pra você dormir.
Te colocar sobre as minhas asas
Te apresentar as estrelas do meu céu.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Arrivederci!
Serene, sozinha...
Silêncio.
Horas e horas e
horas e horas...
Mais que cinco!
Quase dez!
De mato,
de pedra.
Até a mais alta!
Eu vou!
Viver no verde,
violeta,
voar...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Pra chuva cair...
Via virar água, via virar ar.
Nesses dias chovia.
Chovia chuva potável, já que o gelo de casa era feito com água do filtro.
terça-feira, 6 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Love Song da V de Vozes
me esquecer.
Durante muito tempo em sua vida,
eu vou viver...
Logo eu que te pedi
para que tudo fosse falado entre a gente.
Hoje eu não consegui!
Travei,
ali na sua frente...
Ainda pensei, se fosse falar:
- Nossa! Como suas unhas estão compridas!
Conseguiria sem gaguejar...
Culpa do meu signo, talvez...
Virginianos chatos!
Que estupidez...
Só queria te falar:
- Como eu gosto das suas mãos!
Seus dedos,
suas unhas,
sua textura!
Hoje eu não consegui,
Mas ainda vou te falar!
E não importa se eu gaguejar...
- Como eu gosto das suas mãos!
Detalhes tão pequenos de nós dois...
Radionovela da V de Vozes
Ao conhecer Arlequim,
Colombina pôs um fim
na relação sólida com Pierrot.
Este, sem entender patavina,
encontra Colombina,
e tenta convencê-la
a não ser tão libertina...
Pierrot:
Colombina,
por favor,
chega de rimar amor com dor!
Colombina:
Ah! Pelamoor!!
É você que me afeta,
pois é péssimo poeta,
não anda de bicicleta,
não gosta de poesia concreta,
reclama da minha bisneta,
e tá precisando fazer dieta...
Pierrot:
Oh, não concubina,
digo, Colombina!
O meu idílio vai terminar em martírio,
o lírio será delírio,
só vou enxergar com colírio,
e o áudio vai terminar em vídeo!
Colombina:
Well well well...
como você é mirim!
você não consegue ser menos previsíwell?
Sei lá... como Arlequim,
um outro níwell,
sabe assim?!
Escrevi o primeiro verso como eu quis...
e ele rimou meu poema com uma palavra xis...
Pierrot:
Mas, oh meu querubim,
como você pode comparar este sujeito chinfrim,
a mim?!
Que você chamava de pim-pim...
Colombina:
Fiz o que bem me aprouve!
"Fui feliz enquanto amor entre nós houve...
Agora serei feliz com um pé de couve!"¹
Pierrot:
Então, vá!
Ingrata!
Alopata!
Pirata!
Vira-lata!
Abstrata!
Burocrata!
Candidata a barata!
Colombina:
Eu hein?!
Está bem!
Neném sem vintém!
Mas também,
porém,
pois me convém,
fique com meu desdém!
Pierrot:
... e com um harém!
Locutor:
Qüém-qüém!
Pierrot:
E você com aquele minduim!
Colombina:
Quem?!
Arlequim?!
Pierrot:
É sim!
Guaxumim!
Pirulim!
Um anão de jardim!
Colombina:
Oh não!
Pobre de mim...
Locutor:
E foi assim,
senhoras e senhores,
que terminou o triste caso da Cafetina que berrou!
Digo, da Colombina com Pierrot!
(Arlequim! Estou com fome! Me traz o capim...)
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Invenção do Dia!
Ingredientes:
- cenouras
- sal
- temperos diversos (alecrim, salsinha, pimenta...)
- cebola
- alho
- azeite
Modo de fazer:
Cozinhe as cenouras picadas em uma panela com água e sal.
Em outra panela, doure cebola e alho no azeite.
Bata tudo no liquidificador.
Aos poucos acrescente a água que cozinhou a cenoura, até chegar na textura de creme.
Adicione os temperos e bon appétit!!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Cheia de nhénhénhé
cafuné.
Massagem
até o pé.
Mesmo
com chulé.
Fique
para o café.
Vai com meu beijo,
até.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Do riso e do esquecimento do fim
Quando já dizíamos, a uma só voz, aquela crônica triste de Paulo Mendes Campos: "Às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba..."
Quando já separávamos, olhos marejados, os livros e os discos...
Quando o Neruda já estava no fundo da caixa de mudança...
Quando mirávamos, no mesmo instante, a nossa foto feliz no porta-retratos...
Quando não tínhamos nem mais ânimo para as clássicas D.R´s - discussões de relação...
Ave, palavra, até o gato, nervoso, sem saber com quem ficaria, quebrava coisas dentro de casa àquela altura.
Estava na cara: aquele feliz casal já era.
O cheiro do fim tomara todos os cômodos, a rua, o quarteirão, o bairro, a cidade, o mundo...
Quando só restava cantar uma música de fossa do Chico... "Aquela aliança você pode empenhar ou derreter..."
Quando só restava a impressão de que eu já vou tarde...
Sim, o quadro era realmente trágico, não se tratava de exagero nosso. Sabe quando resta apenas o silêncio e o descaso?
De tanta inércia, faltava até força para que houvesse a separação física, faltava força para arruma as malas, para ir morar no Lameiro, lá no Crato, ou na casa de um amigo.
Ah, amigo, quer saber quem bateu o ponto final da história do casamento?
Ela, claro, você acha que homem tem coragem para acabar qualquer coisa?
O estranho é que ela não disse, em nenhum momento, que não gostava mais do pobre mancebo. Aquilo me encucava. Porque um homem, como disse o velho Antonio Maria, nunca se conforma em separar-se sem ouvir bem direitinho, no mínimo quinhentas vezes, que a mulher não gosta mais dele, por que e por causa de quem etc etc.
E nesse clima de fim sem fim os dias foram passando... Até que chegou o domingo.
Eu acabara de levantar do amigo sofá, que havia se transformado no meu leito, quando ela passou com uma cara de impaciência e desassossego. Mais que isso: com vontade de matar gente!
Era a cara que fazia quando estava faminta. Sabe mulher que fica louca quando a fome aperta?
Vi aquela cena e cai na gargalhada. A princípio ela estranhou... Mas sacou tudo e danou-se a morrer de rir igualmente. Nos abraçamos e rimos e rimos e rimos e rimos daquilo tudo, rimos da nossa fraqueza em não dar a volta por cima, rimos do nosso silêncio sem sentido, rimos desses casais que se separam logo na primeira crise, rimos da falta de forças para enfrentar os maus bocados, rimos, rimos, rimos...
E um casal que ainda ri junto tem muita lenha verde para gastar na vida e fazer cuscuz com bode. Agora ela está deitada, linda, cheirosa, gostosa, psiu!, silêncio, ela dorme enquanto escrevo essa crônica!
Xico Sá
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sinestesia
o chá é de cidreira.
o gosto é de hortelã.
o cheiro é de pitanga,
ou de bergamota?
mas parece guaraná!
a cor é de jambo,
mas na verdade é damasco!
o som é desafinado,
mas a voz um veludo,
tipo pêssego, não em calda.
mas o que eu gosto mesmo é de manga-rosa!
- maga-rosa dá no pé?
manga-rosa não dá,
nem empresta,
manga-rosa só vejo quando já madurou e caiu,
e quando eu chego pra pegar,
manga-rosa já saiu,
deu no pé!
deixou o cheiro do café.
e o incenso de maçã,
que queimou, queimou, queimou, queimou...
e quando o chá acabou,
ele apagou.
deixou somente o vermelho cereja
nos olhos de tristeza
e a saudade.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
onde a Globo não chegou
pincela,
de blusa amarela
e meia na canela,
uma donzela,
pela passarela,
bela,
gabriela.
cadela!
tagarela...
comendo mortadela
no pé da seriguela,
vai cuidar da moela
queimando na panela,
Manuela.
E Rafaela,
também pudera,
como tela,
assiste a janela.
Aos poetas
sexta-feira, 28 de maio de 2010
ensaio
pincela
uma donzela
camisa amarela
meia na canela
pela passarela
bela,
Gabriela.
CADELA!
Tagarela,
comendo mortadela.
Pela janela.
domingo, 23 de maio de 2010
IMAGEM
que não faz eco.
Vive comigo,
meu próprio umbigo.
2. Vazio na tela branca,
esclarece com pincel.
O olho escolhe a tinta óleo,
enquadra-se Coco Channel.
3. Saudade,
Idade,
Bondade.
Sem imagem,
na verdade.
4. Será meu azul o teu?
Será teu verde o meu?
O que olho por mim,
faz-se diferente,
o que viu Caim.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Não lhe mostro todos os bichos que tenho...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Ainda que seja de noite...
É um grande conforto.
terça-feira, 20 de abril de 2010
depois da meia noite era assim...
se aí me quisesse,
se aí me fizesse...
aí estaria,
a ti te queria,
aí me faria...
quereres de um rapaz gelado,
e de pescoço quadriculado...
ainda com saudades."
sobre a lei...
Lei Nº 13.995, De 10 De Junho De 2005(Projeto de Lei nº 161/05, do Vereador Adolfo Quintas – PSDB)
Dispõe sobre a criação de estacionamento de bicicletas em locais abertos à freqüência de público e dá outras providências.
JOSÉ SERRA, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 11 de maio de 2005, decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1º Fica estabelecida a obrigatoriedade de criação de estacionamentos para bicicletas em locais de grande afluxo de público, em todo Município de São Paulo.
Art. 2º Para fins desta lei entende-se como locais públicos de grande afluxo os seguinte estabelecimentos:
a) órgãos públicos municipais;
b) parques;
c) shopping centers;
d) supermercados;
e) instituições de ensinos públicos e privados;
f) agências bancárias;
g) igrejas e locais de cultos religiosos;
h) hospitais;
i) instalações desportivas;
j) museus e outros equipamentos de natureza culturais (teatro, cinemas, casas de cultura, etc.);
k) indústrias.
Art. 3º A segurança dos ciclistas e dos pedestres deverá ser determinante para a definição do local na implantação do estacionamento de bicicletas.
Art. 4º Os estacionamentos de bicicletas poderão ser de dois tipos, a saber:
I – bicicletários – local destinado ao estacionamento de bicicletas, por período de longa duração, podendo ser público ou privado;
II – paraciclo – local em via pública, destinado ao estacionamento de bicicletas, por período de curta e média duração.
Art. 5º O Executivo regulamentará esta lei no prazo de 60 (sessenta) dias.
Art. 6º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 7º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 10 de junho de 2005, 452º da fundação de São Paulo.JOSÉ SERRA, PREFEITOFREDERICO VICTOR MOREIRA BUSSINGER, Secretário Municipal de TransportesWALTER MEYER FELDMAN, Secretário Municipal de Coordenação das SubprefeiturasFRANCISCO VIDAL LUNA, Secretário Municipal de PlanejamentoPublicada na Secretaria do Governo Municipal, em 10 de junho de 2005.ALOYSIO NUNES FERREIRA FILHO, Secretário do Governo Municipal
http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/06/10/lei-13995-estacionamentos-para-bicicletas/
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Heróis Invisíveis
Fui de bike a um ensaio aberto de uma peça no Sesi (Av. Paulista), na hora de estacioná-la:
- Estacionamento só para carros e motos!
Estacionamento ao lado do Sesi:
- Somente carros e motos!- Eu pago como se minha bicicleta fosse uma moto...
- Não!
Na cidade que 'tem de tudo', não tem um lugar adequado pra guardar bicicleta.
Entenda por lugar adequado uma simples grade na qual seja possível amarrar a bike com a corrente, não estou pedindo por um super estacionamento de bicicletas.
O pior é ver depois a galera com a bunda na cadeira discutindo sobre 'Como salvar o mundo?'.
Quer salvar o mundo?
Pense nisso então:
Se você tem uma bike na sua casa, que tal dar um descanso para o seu carro e ir com ela pra alguns lugares?!
Bem, mas se você não abre mão do conforto mórbido do carro, ok! Mas dentro dele, respeite quem vai de bike! Dar seta quando for virar, olhar antes de abrir, não falar no celular enquanto dirigir... Nada que a Auto Escola não tenha te ensinado!
Pense que aquela bike poderia ser mais um carro na sua frente...
Nós, corajosos ciclistas urbanos do século XXI, de fato precisamos de uma ciclovia!
Mas sejamos realistas, somos invisíveis! Até isso acontecer.... senta que lá vem a história....
Enquanto isso, vamos manifestar a gentileza no trânsito!
Bem, e não esquecendo do estacionamento, quando chegamos ao nosso destino, precisamos estacionar a bike!
Para quem não sabe (como eu não sabia), existe uma lei que todos os estabelecimentos públicos e de grande circulação são obrigados a oferecerem algumas vagas no estacionamento para bicicletas!
Vamos nos inteirar dessa lei e fazer com que ela seja cumprida!
Que essa dificuldade, esse trambolho como a bicicleta é vista pelos homens sérios, nos dê mais fôlego para nossas pedaladas!
Vá de bike!
Um dia eles vão nos ver...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O Desvario do Poeta
segunda-feira, 29 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
te(a)mo
teamo
temos
tenho
teor
amor
temor
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Como se fosse assim...
Pra outras acha que falta loucura.
Há quem ela queria que abrisse a cabeça.
E outras que pusessem o pé no chão.
Enquanto julga a vida dos outros,
como um 'manual prático',
esquece de se cuidar.
quinta-feira, 11 de março de 2010
o dia que não precisava amanhecer²

carregada em seu colo.
mesmo ali não sendo mais seu lugar.
mas ainda o melhor lugar.
olhou-o de cima, seus olhos estavam fechados.
então o beijou por todo rosto, agarrada ao seu pescoço.
sentia uma sede insaciável de estar junto.
ele, por sua vez, não hesitou.*
sem abrir os olhos, sorriu.
e assim, mais uma vez, ela o sentiu.
quarta-feira, 10 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Pierrot e Colombina

Colombina, de uma vez,
acabe com essa minha dor
Colombina diz:
Dor que criastes!
Não hei de acabar,
que sejas dor até o fim
do que pra ti causastes.
Pierrot diz:
Mas, oh minha amada,
se é de meu amor que falas,
que chegue ao fim
essa vida amargurada
Colombina diz:
Não culpe me por suas angústias!
Eu nunca hei de amar-te.
Sou de Arlequim.
Agora vá Pierrot,
e não permita nenhuma desgraça.
Vá e ame a quem queira o seu amor.
Pierrot diz:
Meu amor é que não quer a outra qualquer,
se do drama sou o rei,
minha rainha é essa solidão
a quem me dei
Colombina diz:
Vá com sua rainha
e morra aos meus olhos,
não importo me com sua dor
e não sacia me seu amor.
Vá para enfim,
eu ter paz para despejar meu amor por Arlequim.
Pierrot diz:
E tu nomeias minha dor
em cada frase que dizeis,
esse nome a ecoar
em cada pranto que chorei.
Me desejas o mal
enquanto te quero só o bem,
ainda assim, oh meu amor,
aguardo... de teu amor refém...
Colombina diz:
Tu me pedes para acabar com sua dor,
sabendo que aqui não vive amor
por você,
não aspiro mal,
por você não aspiro bem,
por você nada aspiro
já que minha ambição é por Arlequim,
que hei de ser até o fim
Pierrot diz:
Tu nuncas diexarás de ser Colombina,
aquela que a luz irradia,
cachos dourados e o peito trancado para a felicidade de verdade.
Mas o que será de ti então se eu não mais te amar?
Preferes alguém que te queira na cama,
ou alguem que realmente te ama?
Essa é tua aclamada liberdade?
Colombina diz:
Não refira-se a Arlequim como Caim!
Pierrot diz:
Caim não, Caim é ciúme...
Esse seria eu próprio.
E não me tentes a falar de Adão e Eva, Lilith.
Colombina diz:
Como sentes amando uma serpente, Pierrot?
Sendo Lilith, ‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo?"
Pierrot diz:
Mas é justamente essa a minha busca,
pela mulher que não se sujeita, pela mulher que sabe impor-se.
Aquela Colombina sorridente e esvoaçante
que me teve dominado num instante.
Quero aquela Lilith que entende a diferença entre a solidão em meio à multidão
e a multidão que habita em mim.
Colombina diz:
A busca que dói, mas que assim escolhestes Pierrot.
Criastes um destrato que pensas ser amor.
Num instante nasce um bem querer,
e se for amor,
cresce num brilho e não em dor.
Pierrot diz:
Se não é esse querer bem, essa necessidade de saber-te bem,
se isso pelo que me não mais durmo não é amor, o que seria então?
Seria o tal amor um regresso à solidão?
Te busco em sonhos e desejos e encontro em braços brutos e alheios?
Se de minhas mãos só te saem versos e flores,
se de minha boca só te digo bendizeres e cantos,
se de meus pés tu podes ouvir os passos a te acompanhar
e quando parte pode sentir meus olhos a observar?
Podes negar que seja amor???
Colombina diz:
Que seja!
Que diferença faz para mim, que amo Arlequim?
Versos, flores, cantos e bendizeres... em vão!
Ah quanta ilusão!
Eu peço, agora vá!
Para não mais voltar, pois és empecilho para eu amar Arlequim.
Pierrot diz:
E pode Arlequim lhe oferecer o mesmo?
Não refiro-me aos versos, flores, cantos e bendizeres,
refiro-me ao preocupar-se,
ao querer-te bem,
ao estar a seu lado,
acompanhá-la por todo o caminho,
ao teu lado.
Estar contigo na jornada
não é o mesmo que lhe ceder abrigo
e ver teu sorriso partir ao cair do dia.
Colombina diz:
Pierrot, o que sabes sobre o que quero?
De uma vez, amo Arlequim, agora vá!
Adeus Pierrot.
Pierrot diz:
Tu não me convence porque tampouco te convences.
Essa és tu, Colombina,
a indecisão,
a cabeça nas nuvens
e a negação.
Negação de quem tu és,
de querer saber pra onde vais,
e o orgulho insano de não querer contar com a ajuda de quem sempre irá te amar.
Colombina diz:
Eu sou Colombina.
Pierrot diz:
Sei quem és, não desejo mudá-la.
És a unica e verdadeira manifestação de meu afeto.
Sabia desse desfecho do início ao fim,
a única razão desse meu desesperado gracejo,
era te oferecer uma opção
exatamente o que não fez quando dissolveu minha razão
Colombina diz:
A única razão desse seu desesperado gracejo,
era convencer me a amar te,
esquecendo, Pierrot
que não se convence de amor.
Pierrot diz:
Não se convence de amor,
não se morre de amor.
Não se vive sem amor porém.
E quanto a ti, querida Colombina,
desejo-te sorte para que encontre em seu caminho
somente àqueles que como eu lhe querem bem.
E quanto a mim, preciso dessa dor para poder continuar,
preciso dessas minhas lágrimas para me alimentar.
Remédio do corpo e da alma, somente seus beijos haveriam de me curar,
mas se essa é tua escolha, respeitarei e me vou.
Meu amor é maior que sua ausência, ele persiste.
Teu caminho estará então, aberto.
Escolha com sabedoria, contorne os obstáculos,
não estarei lá para ajudá-la a saltá-los.
Colombina diz:
Adeus Pierrot.
Pierrot:...
(ouvem-se passos e soluços a confundir-se nos sons da ausência)
Bastidores
Aislan: dificil isso escrevi umas 10 linhas mas resolvi apagar pra ver o q vc responde
eu: meeeo.. que dificiil!! mas vai jogando as ideias, no meio que digoo
Aislan: vamo terminar em linguagem formal entao vou reescrever a primeira frase depois
eu: blz!!! depois a gente acerta esses detalhes!!
Aislan: ok ok hahah q divertido
eu: calmaeee.. que estou numa super conferencia com o chefe aquii.. auahauhauahuah
Aislan: demoro. vamo com calma ate o fim do dia a getne termina
eu: sim siim!! rapidao já incorporo colombina de novooo... pierrot drama king heeein?!
Aislan: LOOOOGICO tem q ser ne meu é o pierrot! e sou eu!
eu: boooom... e eu sou colombinaaaa!! apaixonada por um arlequiim.... logoooo...
Aislan: isso isso bem na veia da historia. natles natles, termina a proxima com o "rei do drama"
eu: e claaro, penso que ele é por mim tb.... depois fazemos os ajustes.. estou super século XVI.... mas o bacana será um pierrot e uma colombina do século XXI!! então depois acertamos os ajustes... mas estou me divertindoo!!
Aislan: hahah perai, tinha preparado uma ja pro rei do drama vou reescrever
eu: ok ok
Aislan: há!
eu: wow
sou péssima pra rimas.. poemas em geral...
Aislan: foda-se
eu: to empacada aqui ó: Vá com sua rainha e morra aos meus olhos,
Aislan: nao tem q ter rima, wow, continua, sei la, tipo, só assim terei enfim, paz para despejar todo meu amor por arlequim
eu: bouaa!! terminei com essa... vc é phodaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!
Aislan: huhu ta ficando foda
eu: tá meeeeeo.. aprofundaaaando e cutucando suuuper as dores de pierrot!!
Aislan: essa ultima resposta ficou boa quero ver vc sair dessa agora
eu: meeeeeeo.. eu vou ser meio assim, não te desejo o mal, na verdade nada te desejooo...
Aislan: ai
eu: mmta sacanagem?!
Aislan: nao, acho q eh bem a cara dela
eu: é que tenho um arlequim por tras de mim, que me dá força sabee?? ééé!!!
Aislan: isso muy bien. ei psiu leminsky: um homem com uma dor é muito mais elegante caminha assim de lado como se chegando atrasado andasse mais adiante
carrega o peso da dor como se portasse medalhas uma coroa um milhão de dólares ou coisa que os valha
ópios édens analgésicos não me toquem nessa dor ela é tudo que me sobra sofrer, vai ser minha última obra
eu: oooootemo!!!! então pensei em escrever esse último meio assim: Tu me pedes para acabar com sua dor // sabendo que aqui não vive amor // por você // não aspiro mal //por você // não aspiro bem // por você // nada aspiro // .... tipo brincar com esse 'por você'... entendeu?!chaaais.. isso não é pergunta que se faça meeeo.. auahauhuhauauh abafa!
Aislan: oie hahahahahahah pq???
eu: voltandooooo.... eu sou tão menina, eu sou Colombina!!
Aislan: magina meu super fiel à historia original.
eu: well well.. vou defender meu homi agora!!
Aislan: DO THTAT THAT muahahaha PIERROT's REVENGE
eu: acho que não vou falar mto.... estou brava! e num único grito, direi:
Aislan: sim sim
eu: disse!
Aislan: tipish tipish, tipish posso ouvi-la enraivecendo-se
eu: wowwwww!!!!!
Aislan: vai virar DR hueahueahueahuaehueahaehea
eu: super meeeeo.. vc me chamou de lilith!!!!!!!! vou começar a questionar o seu amooooor.....
Aislan: vai vai
ahhhhhhhhh, peguei pesado demais nessa ultima Colombina nem consegue se recompor 1 x 0 Pierrot
eu: colombina agora virou lilith! RÁ!
Aislan: a gente ta viajando demais mas vamos la
eu: tá super!! to amandooo!! leia num tom de voz de serpente.... calmo... olhar superior....e sorriso cínico....até meio que me aproximando do pierrot sabe? vejo uma cena, tipo o pierrot paradinho no meio, e a colombina perguntando andando em volta dele, e falando meio no ouvido saca?!
Aislan: tipish tipish tipish nem me venha com mais pedras que ja estou cheio de munição para a atiradeira do davi
eu: chaaaais!! voltei meeeo...
Aislan: oie pesquisa de campo?
eu: preciso de 2 min pra incorporar a moçoila again.... arlequim!! chaaaais...
Aislan: hahahah vamos começar de novo amanha entao q houve
eu: naaaao!! vamos até o fim hj!! sem essaaaa.. so preciso respirar colombina de novoo!! calma aeee.. que já consigoo!! eu tenho tudo aquii! nao fechei a janelaa.. jamaaaaas!!!!!! vou usar seu ultimo post chaaaais...vou prum psicologico meeeeo...
Aislan: vai
ai
eu: sem pedradas... apenas uma surra psicologica!! auhauahauhauh toooooma pierrot!!!!!
Aislan: agora fodeu natles
eu: o queeeeee??? surra psicologicaa??
Aislan: responde ae agora
eu: woooow
prepotente não?!
Aislan: huaehueauhaeuheauhaehueahuaeh huaeuhaeuhaehuaeuhaehuaehuae heahuaehuaehuaehuaehuaeuhaehuae
eu: na vida real, eu diria: e quem disse que vc causa tudo issooooooo???? mas como agora sou colombina, uma dama do seculo XVI...
Aislan: mas e se a colombina disse isso
eu: então.. não disse que ela não dirá... ela dirá!! mas gentilmente.... (bem pior viu?!)
Aislan: to ficando com medo dessa poesia
eu: chaaaais.. tem várias pitadinhas pessoais néé?! auhauhauahuahauha ta sendo super boom!!
Aislan: tem nao sei, eu sou um pierrot em partes
eu: um drama imparcial é que não ia sair néé?? eu acho que sou bem colombinaa...
Aislan: ta ficando denso e tenso
eu: táááá
Aislan: vou buscar meu lenço
eu: chaaais.. sabe oq to pirando.. não vai ter fim..
Aislan: o q
eu: pensa!! uahauhauahuah
Aislan: vai sim, relaxa
eu: meeeeo, pensa num cara que ama super, tá com a amada na frente....
Aislan: xeque-mate em 3 lances
eu: ele é capaz de passar a vida tentando convence-la a ficar com ele.. mas detalheeeee... não se convence de amor! então prontoo..
Aislan: entao capricha no proxima q a minha resposta eh a derradeira
eu: ele: eu quero!! ela: eu nao quero!
uhauahauhauahuaha sou colombina né chaaais!! vaaaaaai!! não ia dar a derradeiraa?!?! xiii!!bagunçou!!
Aislan: haha
eu: chaaais!! vou por o 'eu sou colombina' no meio da sua ultima 'fala'.... pode?? ve oq acha... (google docs)
Aislan: vai
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
É mais ou menos assim:
sábado, 13 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Mais cartas
Assim escreveu um amigo poeta!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
É passado

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O Mistério da Antena
- O que é isso? Não é justo!
Ele viu no cinema Monstros X Aliens.
(Não! Não! Está errado, é VS. Não tem X.)
Quando saí do cinema tem um bicho de 4 cabeças.
Ele pensou que era de 100 cabeças.
Daí, quando chegou em casa, falou:
- Mãe, eu não vou mais sair na floresta porque tem um bicho de 4 cabeças.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
esperarei romântico
(Querido Principezinho)
Você é linda!
Não é mérito meu.
Você não enxerga além disso?
Não é impossível.
Eu não sou difícil de ler.
Não é linda que quero que me vejas.
Minha lindeza há de acabar.
Há de morrer antes de mim.
Assim morrerei pra você, ainda cheia de vida.
Eu sou mais e mais e mais e mais...
Linda é pouco. O que eu sou ainda não tem nome.*
Vem, cara, me repara.
*brincando com Clarice.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
se eu tivesse um manual, começaria assim:
não acredite em tudo que escrevo.
pois eu, aislan munin,
sou poesia e alegoria.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
não te dizer o que eu penso
E eu que pregava o amor aos quatro cantos.
Falava do elogio, que deve ser feito!
Travei!
Sim, ali na sua frente...
Ainda pensei, se fosse para dizer:
- Nossa, como suas unhas estão compridas!
Eu conseguiria... culpa do meu signo!
Virginianos chatos!
O que eu queria te contar era:
- Como gosto das suas mãos! O formato dos seus dedos, das unhas!
Já te reconheci por elas.
Era uma noite fria, numa rua escura.
E em meio ao escuro, ao frio, vi suas mãos, sabia que ali era você.
...
Eu ainda vou te dizer:
- Como eu gosto das suas mãos!
2.
E quando durante a tarde deitamos, você no meu colo, eu ia te falar:
- Eu vou te amar para sempre!
Mas daí eu pensei, será melhor dizer:
- Eu nunca vou deixar de te amar!
Deixa eu pensar... o que mais quero te dizer?
Bem, que não importa o que acontecer com a gente, o caminho que cada um trilhar, mesmo que a gente nunca mais fique junto, eu vou te amar!
Um amar de um amor puro!
E mesmo se eu tiver outra pessoa, você estará no meu coração, cercado de muito muito amor!
E que talvez eu vou sentir para sempre ciúmes de você, e nunca vou querer te ver com outra mulher, mas mesmo assim estarei te amando.
Ah! É isso que preciso dizer!
Mas como eu começo?
- Eu nunca vou deixar de te amar!
Ou:
- Eu vou te amar para sempre!
Eu vou te amar para sempre! É uma afirmação, é fato, é positivo!
Enquanto Eu nunca vou deixar de te amar! tem o nunca, uma conotação negativa, e deixar mostrando que existe uma possibilidade de deixar de te amar, mas que eu nunca vou deixar que aconteça, mas que não deixo de apresentar a possibilidade.
Ah! Tá bom!
- Eu vou te amar para sempre!
Isso!
Então, um, dois, três e... você dormiu!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
na virada é assim
