é marromeno assim:
quando eu te beijar, e não for na boca, livre-se de mim
quando no teu desespero eu me mantiver calmo, livre-se de mim
faça o mesmo quando meus olhos desviarem dos teus
o resto não lembro!
[do espetáculo Banquete da Vida - Mongol]
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Aquela coisa toda
Olhe bem nos meus olhos
Olhe bem pra você
O fato é que a gente perdeu toda aquela magia
A porta dos meus quinze anos não tem mais segredo
E velha tão velha ficou nossa fotografia
Olhe bem nos meus olhos
Olhe bem pra você
A quem é que a gente engana com a nossa loucura?
De certo que a gente perdeu a noção do limite
E atrás tem alguém que virá, que virá, que virá, que virá
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
14 de dezembro
como a última bolacha do pacote,
hoje é o primeiro dia da última semana da primavera.
o espetáculo começa!
todas as flores se abrirão,
exibindo todas as cores,
todos os cheiros.
nada mais há que se querer,
nada mais há pra te desejar.
é pra ti que o show vai começar!
parabéns =)
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vendo arte
sábado, 12 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
Não aguento mais!
- 'Guenta' sim! Vamos lá, um passo de cada vez...
Bastou pra eu voltar a respirar, terminar o antepenúltimo trabalho da faculdade, terminar a semana, terminar os outros dois trabalhos que restavam.
Bastou pra eu sentir saudades desse colo.
Bastou pra eu voltar a respirar, terminar o antepenúltimo trabalho da faculdade, terminar a semana, terminar os outros dois trabalhos que restavam.
Bastou pra eu sentir saudades desse colo.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Menino do Rio
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Raul tatuado no braço
Calção corpo aberto no espaço
Coração, de eterno flerte
Adoro ver-te...
Menino vadio
Tensão flutuante do Rio
Eu canto prá Deus
Proteger-te...
O Hawaí, seja aqui
Tudo o que sonhares
Todos os lugares
As ondas dos mares
Pois quando eu te vejo
Eu desejo o teu desejo...
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Toma esta canção
Como um beijo...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
um encontro com Foucault!
Se eu deduzir que existo pelo fato de pensar - por mais incerto que seja o sujeito que assim se enuncia -, nada me assegura de que não sou louco. Não só porque na loucura existe pensamento mas também porque o pensamento não é pensável sem a possibilidade de seu enlouquecimento.
(René Major - sobre História da Loucura)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
nadar pelado
e eu que nunca pensei que fosse sentir medo...
senti.
mesmo assim me joguei!
e você me abraçou.
senti.
mesmo assim me joguei!
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uhuull
terça-feira, 17 de novembro de 2009
cuida de mim
hoje não são poesias, nem canções e sorrisos que preciso.
preciso que prepare meu chá, e do seu colo para deitar.
não preciso que fale, não preciso que prove.
me toque.
preciso que prepare meu chá, e do seu colo para deitar.
não preciso que fale, não preciso que prove.
me toque.
domingo, 15 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
o mesmo assunto
Toda essa poesia de um amor não estabelecido, propõe asas, muitas asas, e voamos! Cada vez mais alto, e quem sabe mais longe...
É quando nos vemos perdidos, e não conseguimos voltar.
E mais que pensamos, mais que percebemos, gostamos!
Assim esgotamos todo o léxico e todos os poetas, assim somos poetas.
Gostamos da retórica!
Declaremo-nos! Entreguemo-nos a ela!
Amemo-na juntos!
O amor carnal, o tesão, o que chamam de vida real, vivamos com outros.
Sejas tu meu amor literário.
Sejam teus meus poemas.
É no peito que guardo tuas palavras, é do peito que as declamo.
E que seja este nosso real.
Eu as decl.amo!
É quando nos vemos perdidos, e não conseguimos voltar.
E mais que pensamos, mais que percebemos, gostamos!
Assim esgotamos todo o léxico e todos os poetas, assim somos poetas.
Gostamos da retórica!
Declaremo-nos! Entreguemo-nos a ela!
Amemo-na juntos!
O amor carnal, o tesão, o que chamam de vida real, vivamos com outros.
Sejas tu meu amor literário.
Sejam teus meus poemas.
É no peito que guardo tuas palavras, é do peito que as declamo.
E que seja este nosso real.
Eu as decl.amo!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
... E te esconder de mim
Onde você estava?
Era última cena.
O figurino já era claro.
Sobrou o som da bateria, e o coro vindo do elenco no palco.
O diretor entrou,
- Tivemos uma queda de energia!
Eu estava lá.
Noturno
Pelo amor de Deus, só me abandone de noite.
Se quiser viajar sem mim, se ficar louca por outra pessoa
Ou até se quiser visitar sua família e não me levar, vai de noite.
Nunca, mas nunca mesmo, me deixe de dia.
Não vá me expor aos camelôs gritando, ao sol a pino, à modernidade clara.
Fique comigo mesmo sem querer, só até às seis da tarde.
Não me deixe sozinho com mulheres gordas no supermercado, os senadores atrasados, as lanchonetes rapidinhas.
Agora, de noite pode ir.
Eu e os meus fantasmas, apesar de saudosos, sobreviveremos à sua falta
Noturnos.
Assim seja.
[Oswaldo Montenegro]
Se quiser viajar sem mim, se ficar louca por outra pessoa
Ou até se quiser visitar sua família e não me levar, vai de noite.
Nunca, mas nunca mesmo, me deixe de dia.
Não vá me expor aos camelôs gritando, ao sol a pino, à modernidade clara.
Fique comigo mesmo sem querer, só até às seis da tarde.
Não me deixe sozinho com mulheres gordas no supermercado, os senadores atrasados, as lanchonetes rapidinhas.
Agora, de noite pode ir.
Eu e os meus fantasmas, apesar de saudosos, sobreviveremos à sua falta
Noturnos.
Assim seja.
[Oswaldo Montenegro]
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Se você jurar
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
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